Comentar código em PHP com Sintaxe C++, Shell e C

Comentar código é sempre importante, pois você nunca sabe quem vai ler seu código depois de você e também, porque depois de alguns meses é quase impossível você lembrar pra que serve cada coisa que você criou.

O PHP possui três formas de comentário, sintaxe C++ de linha única, sintaxe Shell e sintaxe C de linhas múltiplas.

Sintaxe C++ de Linha Única

Frequentemente os comentários possuem apenas uma linha por isso vamos começar pela sintaxe mais comum, a do C++ que o PHP suporta, ela é feita por duas barras (//) assim:

<?php
	// Titulo: Meu Titulo
	// Autor: Eu Mesmo
	echo “Exemplo de Comentário PHP”
?>

Sintaxe Shell

A Sintaxe Shell utiliza uma Hash Mark para fazer o comentário e não precisa delimitar onde acaba o comentário pois o PHP interpreta apenas uma linha.

<?php
	# Titulo: Meu Titulo
	# Autor: Eu Mesmo
	echo “Exemplo de Comentário PHP”
?>

Sintaxe C de Linhas Múltiplas

Muitas vezes montamos um métodos mais complexo e precisamos detalhar seu script ou até deixar comentários que sirvam de documentação futuramente.

<?php
	/*
		Titulo: Meu Titulo
		Autor: Eu Mesmo
	*/
	echo “Exemplo de Comentário PHP”
?>

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Habilitando Short-Tags no PHP

Você pode habilitar short-tags de três formas diferentes:

Configurando no arquivo php.ini:

vá onde você instalou o php abra o arquivo php.ini procure a linha

short_open_tag = off e mude para on.

Nos arquivos httpd.conf ou .htaccess inserindo a seguinte linha:

php_admin_flag short_open_tag on

Ou direto no script de execução com o seguinte comando:

ini_set(“short_open_tag”,”on”);

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PHP – Sintaxe Padrão, Short-Tags e Short-Circuit

Sintaxe Padrão:

A Sintaxe delimitadora padrão do PHP abre com <?php e termina com ?> assim:

<?php
	echo “<p>Texto de Marcação</p>”;
?>

Short-Tags

Para quem não está muito afim de “gastar” teclado pode fazer isso de uma forma reduzida, utilizando da seguinte forma:

<?
	print “Exemplo de Short-Tags”;
?>

porém, para poder utilizar as Short-Tags é preciso ativar a diretriz short_open_tag no php.ini, mas isso fica pra um próximo post.

Quando as Short-tags estiverem ativas, você pode omitir trechos do código para ser mais ágil, esta técnica é conhecida como short-circuit, vejam os exemplos à seguir:

<?=”este é um exemplo”;?>
<? echo “Este é outro exemplo”; ?>
<?php echo “Este é outro exemplo”; ?>

Atenção: Short-Tags ajudam a reduzir código, porem eles conflitam com XML logo conflitaram com a sintaxe XHTM.

É bom lembrar que alguns editores (Front-Page) davam conflito com essa sintaxe e por isso poderia ser feito de outra forma, delimitando a àrea de script dessa forma:

<script language=”php”>
	print “Exemplo”;
</script>

é bom lembrar que o Front-Page tambem reconhece a sintaxe do ASP ficando assim:

<%
	print “Exemplo”;
%>

Atenção: A Sintaxe do estilo ASP foi removida do PHP 6

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Corona SDK: Versão Windows e Novas Modalidades de Inscrição

Há algum tempo, postei sobre o Corona SDK, um framework que gera builds tanto em iOS quanto Android utilizando a linguagem de script Lua. Pouco depois do meu post, saíram atualizações importantes sobre o framework:

Versão Windows - A versão beta pública do SDK para Windows já pode ser baixada. Porém, logicamente, só gera builds para Android.

Novas formas de inscrição - Além da versão Pro, que comentei no post anterior, que custa US$ 349/ano. Temos as versões Indie iOS Indie Android, cada uma US$ 199/ano. Isso é legal, pois se você pretende desenvolver só para um ou outro, pode pagar um valor menor (tendo a opção da plataforma Windows na versão Android).

Por enquanto é isso, estamos atentos a novas atualizações e postaremos elas aqui!

Até o próximo post e bom desenvolvimento!

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ASP.NET MVC View Engines: WebForms, NHaml, Spark e Razor!

Desde meu primeiro contato com desenvolvimento web, sempre utilizei tecnologias Microsoft. Lá em 2001 comecei a mexer com ASP3 e em 2004 comecei a trabalhar profissionalmente, já com ASP.NET. Desde o ASP3, as coisas não mudaram muito no que se refere ao HTML, a tecnologia avançou e mudou muito do lado do servidor, mas HTML sempre foi tratado da mesma forma.
Com a popularização dos frameworks MVC, uma nova abordagem veio em relação ao HTML, já que cada parte do MVC (Model, View, Controller) pode funcionar e agir da forma que for concebido no framework.
Um padrão que apareceu em relação a View, é que o HTML dela é gerado por meio de View Engines. Ou seja, você não usa mais HTML e sim uma estrutura que gera HTML.
Isso pode as vezes não estar claro na mente do desenvolvedor. Afinal, ao olhar uma View do ASP.NET MVC, o que está ali é basicamente HTML, salvo algumas marcações de código da Model, como era no ASP3.
Primeiramente é esse tipo de visão que precisa ser removido de sua cabeça. Aquilo não é HTML, é uma View Engine, mesmo que muitas delas utilizem HTML junto. A View Engine padrão utilizada pelo ASP.NET MVC é a WebForms (NÃO confundir com o ASP.NET Web Forms), que é basicamente a mesma do ASP3, porém com algumas coisas novas.
O que ajudará a entender como uma View Engine funciona é compará-las.
No caso do ASP.NET MVC, 4 View Engines se tornaram mais populares, ou por serem padrão e bem conhecidas, ou por mostrarem bons recursos de utilização. São elas:
WebForms - é a View Engine padrão do ASP.NET MVC e também a mais antiga. Existe desde 1996 quando veio com o ASP3 e desde lá não mudou muita coisa. Vejamos um exemplo do uso do WebForms:
WebForms View Engine

Créditos: Channel 9

Podemos perceber que a principal característica do WebForms é a delimitação do trecho de código com <% e %>, o que é uma vantagem, já que fica bem visível onde começa e acaba HTML e código. Porém, dependendo da complexidade da vier, temos muita coisa escrita na página, muitos <% e %> abrindo e fechando sessões de código o tempo todo.
NHaml - O Haml é um padrão fortemente adotado no Framework Rails, que foi portado pra ASP.NET MVC na forma do NHaml.
A abordagem dele é bem interessante, já que nele você NÃO USA HTML. Ele é composto de marcações próprias que no final gerarão o código HTML. Vejamos o exemplo anterior agora em NHaml:
NHaml View Engine

Créditos: Channel 9

Uma desvantagem do NHaml é que o projeto, apesar de open-source, não é muito ativo, tanto que ainda não temos NHaml compatível com o ASP.NET MVC 3. Algumas outras coisas dele não são tão “elegantes”, se o compararmos com as outras View Engines. Porém, se a idéia de não usar HTML e testar algo novo (desde que você não use MVC3) for interessante. Não perca tempo e experimente!
Spark - Essa é uma View Engine muito interessante e basicamente é o inverso do Nhaml. Enquanto no NHaml você não tem nenhum HTML, no Spark você trabalha dentro do HTML. As marcações do Spark são feitas dentro das tags HTML:
Spark View Engine

Créditos: Channel 9

Outra vantagem é que o projeto Spark é bem ativo e sempre o estão atualizando. Ele também já é compatível com ASP.NET MVC 3.
Além disso, o Spark fornece recursos próprio que ajudam na geração de código nas Views. Por meio de configurações você consegue criar tas próprias que irão gerar trechos específicos de HTML. É algo semelhante aos Helpers do MVC, porém você o escreve como se fosse uma tag HTML.
Se você tem vontade de testar algo novo e fora do universo Microsoft (Spark também é open-source), eu recomendo o Spark.
Razor - Deixado por último, porém não menos importante, o Razor é a View Engine mais nova de todas (2011) e vem junto com o ASP.NET MVC 3. Ou seja, ao criar uma  View, você terá como opções de View Engine o WebForms e o Razor. Mas qual a idéia por trás do Razor?
Basicamente, a Microsoft resolveu atualizar o que vinha igual desde 1996, porém sem substituir o já tão conhecido WebForms. Você tem ele lá, porém tem uma outra  View Engine mais fluida e prática pra experimentar, e essa, eu recomendo fortemente!
Fluidez, esse é o adjetivo que vem a mente ao ver uma View utilizando Razor. Reparem:
Razor View Engine

Créditos: Channel 9

Diferente do WebForms (que separa bem código e HTML), do NHaml (que não possui HTML) e do Spark (que coloca o código dentro das tas HTML), o Razor é fluido, o html e o código “conversam” de forma simples e direta. Isso pode ser visto de forma negativa, já que em uma View mais complexa, fica um tanto estranho perceber onde começa e acabam instruções e HTML. Porém, com o tempo isso deixa de ser um empecilho e no final passa a ser mais interessante desenvolver assim. Mas é questão de gosto, e de experimentar uma abordagem nova também.
Acho estranho alguns desenvolveres criticarem o Razor, pois quando chegou o ASP.NET MVC, a primeira crítica foi de ele usar WebForms nas Views.
Acho que o interessante, ao invés de pensar que as View Engines estão aí pra competir, deve-se pensar que elas estão aí pra te dar novas opções de desenvolver suas Views em MVC, ainda mais agora que esse padrão está virando uma realidade também dentro do mundo Microsoft.
Por enquanto é isso. Experimentem e digam aí nos comentários quais você mais gostou. Quem já usou View Engines em outras tecnologias (PHP, Rails, Django) também está convidado a participar! Até o próximo post e bom desenvolvimento!

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